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quinta-feira, fevereiro 22, 2024

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Danzo apresenta “Doce Amargo”, primeiro single de sua próxima mixtape 

Histórias de amor nem sempre terminam da melhor maneira. Um relacionamento conturbado, marcado por altos e baixos, em que o passado talvez tenha sido repleto de momentos incríveis, mas foi deixado de lado após uma atitude questionável da parceira, foi a ideia central por trás do novo single de Danzo. “Doce Amargo” reflete no título (e na letra) a dualidade de emoções que podem ser vivenciadas em momentos como este. A faixa lançada pelo selo Labbel Records, da Boogie Naipe, chega às plataformas de áudio no dia 9 de fevereiro, e acompanha videoclipe no canal de YouTube do artista. O single debuta o novo trabalho de estúdio do trapper, previsto para o primeiro semestre.

Trapper em destaque no cenário nacional, Danzo apostou na simplicidade para este single. Ele intencionalmente buscou uma melodia que deixasse sua voz como protagonista. “Queria que as pessoas prestassem atenção no que eu quero falar, porque dou valor para a história da música, a criação e tudo mais”, conta. “Doce Amargo” representa, de certa forma, essa volta por cima de Danzo, em que ele supera esse período de ligação emocional com seus relacionamentos amorosos.

O single é acompanhado por um clipe com direção de Caio Reis e Gustavo Barros. No registro, Danzo é retratado como se estivesse em uma sessão de terapia, em que ele compartilha sobre sua vida e seus desafios. Com produção musical assinada por Greezy – nome por trás de alguns sucessos na cena do rap, inclusive de obras de Danzo, como “Famigerado”, “Engajamento” e “Jogo”, o novo single trouxe uma “sonoridade mais desleixada”, como afirmou Danzo, deixando em evidência os graves da música.

Doce Amargo” é quase como um interlúdio entre sua última mixtape, “O Cenário Certo Pro Teatro Perfeito” (2023), e a próxima, “A Peça Final”. “Falei muito de relacionamentos na última tape. Agora é uma continuidade ao tema, mas de uma forma diferente”, resume Danzo, que completa: “ainda vou falar sobre os cenários em que eu vivo, como a favela e o que tem acontecido. Por isso, chamo de A Peça Final. É o fim de um ciclo”.

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