Home Rap Nacional Rodrigo Zin antecipa novo disco com o cenário pós-apocalíptico do single “Azul dos Muros”

Rodrigo Zin antecipa novo disco com o cenário pós-apocalíptico do single “Azul dos Muros”

por ZonaSuburbana

Unindo MPB com trap em seu rap experimental, Rodrigo Zin é uma das revelações do hip hop nacional. Prestes a lançar seu novo álbum, “Grana Azul”, um trabalho conceitual, ele antecipa o projeto com o single “Azul dos Muros”, que dá um pouco do clima de distopia da  trama criada pelo artista. A faixa está disponível em todas as plataformas de música digital.

A capa do single, assinada pela artista Camila “Binnie” Carwalho, é uma versão ilustrada da capa do primeiro álbum de Rodrigo Zin, “Francisco Oceano”. Enquanto a primeira apresenta um pouco da cidade natal do artista – Curitiba -, a nova retrata um cenário pós-apocalíptico.

“‘Azul dos Muros’ apresenta tudo o que terá de mais marcante no disco. Tem a narração do personagem Rei Caído, possui Corais, uma orquestra de fundo, vocais melódicos e com autotune, produção do .enzo e do Slashrr, que são os produtores principais do álbum e um pouco de rap”, conta Rodrigo Zin. “Sem falar que fora uma faixa feita no improviso, seja nas falas do Arthur Augustus ou na gravação dos meus vocais – fizemos praticamente 90% do som na hora, sem precisar ler ou escrever algo”, completa.

Cantor, compositor e produtor musical curitibano, Zin fez de seu novo disco, “Grana Azul“,  um épico rap sobre um mundo pós-apocalíptico e sua relação com o afeto e perdas das pessoas. É uma realidade de um planeta sem água, com humanos sujos que só vivem pelo dinheiro e tentam sobreviver sob um céu vermelho, este manchado pela poluição das empresas.

“A faixa recebe esse nome graças aos muros azuis que cercam a cidade da minha história. Os donos da cidade ordenaram que as pessoas pintassem os muros de azul em homenagem aos mares extintos. O azul dos muros representava a última gota de esperança da humanidade – era pras pessoas nunca se esquecerem qual era a verdadeira cor do mar e do céu. Mas infelizmente muitos ainda ligavam o azul dos muros com o azul do dinheiro”, antecipa ele.

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