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sexta-feira, julho 12, 2024

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Cypher “Apoenas II” traz Yanna Mc, Matemba, Yara Mc, Agatha Sou e Thais Badu

Cypher “Apoenas II”, projeto de artistas do RAP feminino do norte, com Yanna Mc, Matemba, Yara Mc, Agatha Sou e Thais Badu chega nesta sexta-feira (13/08) em todas as plataformas digitais.

Apoenas II” é a continuação de um projeto que teve seu início em 2019, idealizado pela artista Thais Badu que inspirada em trabalhos de artistas do R.A.P nacional decidiu dar início a primeira cypher feminina do norte do país naquela época. Cypher no rap tem como objetivo reunir MCs, sendo eles de grupos ou artistas solos, para rimas inéditas e com uma conexão de palavras mais complexas, com um DJ responsável pelo beat.

Essa segunda edição do trabalho tem como realizadores as produtoras Igapó Filmes, que tem como integrantes Victor Peixe e Victória Sampaio e a produtora Sou Preta Filmes que tem Thais Badu como idealizadora.

Apoenas II” tem a produção musical do beatmaker Bernardo Onça (OnçaBeat), Idealizado e fundado pelos irmãos Bernardo e Yuri Onça, da produtora Onça Produções, destaque da cena do rap paraense lançando singles e clipes como “Black Money” (Ruth Clark e Mc Deeh), “Filho do Vento” (Sumano), “Topo das Pretas” (Nega Ysa), “Desmatamento” (Fantoche Mc) — e agora produzindo essa cypher que além do apoio do Onça Produções conta também o apoio também da Culatra Produções, que tem como idealizador o artista Juca Culatra, cantor compositor e produtor cultural de projetos artísticos na estado do Pará que colaborou com equipamentos de audiovisual, iluminação, colorização e finalização do videoclipe.

As artistas convidadas para essa edição do projeto além de Thais Badu, a cantora Juliana Matemba, que em 2021 lança seu single e videoclipe em parceria com a produtora ONÇA, chamado “Brisa”. Atualmente está em processo de finalização do seu primeiro EP.

Yanna Mc, a rapper do estado do Amapá já se apresentou em eventos do rap feminino em Belém-PA.

Yara Mc, mulher trans preta, da periferia de Ananindeua. Iniciou na cultura Hip Hop em 2019, participando de batalhas de rima e recitando poesias de resistência dentro das rodas culturais. Lançou seu primeiro single acompanhado de videoclipe em 2021 “Hoje Eu Vou”, onde retrata a vivência de uma mulher trans periférica e as suas demandas em meio a sociedade, tratando isso com muita ousadia na letra e em tudo que compõe esse trabalho.

Agatha Sou, poetisa de rua, cantora e compositora. Direto do Tapanã, iniciou no movimento Slam Dandaras do Norte recitando suas primeiras poesias. Atualmente trabalha no Estudio91pa, pra lançar seu primeiro EP “Minha Própria Deusa”, Agatha lançou seu primeiro videoclipe em 2021 para “Pretas do Pote”.

Nesta edição da cypher as artistas se reuniram com o intuito de falar sobre as mazelas que a pandemia tem causado nas vidas das pessoas, trazendo a tona o sentimento de cada artista em relação a pandemia da Covid-19, em um grito de protesto contra os descasos vividos diariamente com aqueles menos favorecidos socialmente, cantando a realidade da população do norte no ponto de vista dessas mulheres e suas vivências.

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