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Rodrigo Ogi - RÁ

Rodrigo Ogi lança seu segundo álbum solo, “RÁ!”

por Dj Abraão

Confira o segundo trabalho solo do rapper Ogi intitulado “RÁ!”, projeto que apresenta 16 faixas inéditas produzidas pelo curitibano Nave, com participação de Mao (ex-Garotos Podres), Rael, Kiko Dinucci, Juçara Marçal, Thiago França (Metá Metá) e scratches do Dj Nato PK.

Além disso, o álbum representa uma evolução na carreira do rapper, por meio das rimas mais complexas, e a estrutura da narrativa, semelhantes a HQs, onde ele transita por diversos personagens, e as músicas se complementam.

Ogi se consagrou em 2011 ao lançar seu primeiro álbum solo “Crônicas da Cidade Cinza”. Integrante do antigo grupo Contra Fluxo, o rapper se destaca por manter a originalidade e versatilidade como um velho contador de histórias da cidade de São Paulo.

Agora estou muito mais maduro, falo muito mais coisas e com mais técnicas”, afirma o rimador.

O álbum completo “RÁ!”, está disponível para compra via iTunes e GooglePlay. Ouça “RÁ!”, abaixo:

[Letra de “Virou Canção”]

No time éramos reis, bola de capotão Jogando gol caixote na metade do campão Lembro da primeira vez, ei, que a gente fez Nossos nomes rabiscados com spray Era moleque pivete de jetblack na backpack, Tupac no deck, rec na fita K7, check Tínhamos 15 de idade ou menos E os pensamentos nem um pouco ingênuos Vi mano meu torrando a face, com dezesseis é no freebase, terra sem leis é Ouvindo Racionais eu permitia que a minha mente se tornasse menos crazy A vida é uma zona (de guerra) Onde a morte vai pedindo carona, lona Saudades eu tenho do tempo em que a munição da molecada só era mamona Hoje, estilingue virou um revólver, e os bruxos que tão soltos não são Harry Potter No desespero da mãe de um irmão, lágrimas lavam o sangue do chão REFRÃO: Eu só queria infringir leis, destruir reis, ficar chinês, que tempo bom Mas só que a vida não é filme, se não for firme os sonhos vão Meu velho mano já não vive, perdeu pro crime, virou canção Mas o meu sonho sobrevive, em passos firmes, vou Foi num dia de domingo, era tarde, antes das 5 Numa vala, uma bala em seu rosto fez carimbo Foi com pedras que não são de um garimpo que o amigo Que nem louco pouco a pouco construiu o seu jazigo Parte de mim falece E esse dia na deprê eu não fui na quermesse Mas recebi uma proposta que a cobiça cresce Peraí, tava ali, o jeito de impressionar Magali Mobilete, fama, em tablete, grana se te der te engana, 17, cana Mas só foi por um triz que aquilo eu não quis Preferi passar a noite junto com Beatriz E assim eu me mantive vivo Fui sempre tão intuitivo Nesse retrato amarelado que eu encontrei Quem não tá mais do meu lado eu visitei Pra um passeio no passado eu me levei

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