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Pri Pach - Meu Chá

Pri Pach lança o funk pop “Meu Chá”, single do seu novo EP

por ZonaSuburbana

Pri Pach, cantora e compositora que com apenas 25 anos tem se destacado na cena pop e do funk leve, lança hoje seu mais novo single, “Meu Chá” pelo selo Alma Music Group dentro da gravadora Midas Music. Este é o mais recente single do seu futuro EP, “Indiretas”, que será lançado nas próximas semanas e que a consolida como um dos nomes mais interessantes e quentes da nova música pop brasileira. “Meu Chá” foi composta por Pri e Arthur Favero.

A cantora e compositora Pri Pach ganhou destaque primeiramente na cena eletrônica brasileira por suas composições em inglês e collabs com importantes nomes e até hoje suas músicas são muito executadas em países como Alemanha, Holanda, Canadá e Polônia. Agora, a jovem paulistana investe em composições próprias cantadas em português e no mercado brasileiro.

Meu Chá’ veio de um jeito super inusitado”, conta Pri. “Não tínhamos pensado em compor nada ainda, porque estávamos finalizando a ‘Soltinha’, a terceira faixa do EP. Até que do nada saiu ‘só vem na maldade que eu rebolo’, em 5 minutos completamos ‘sei que tu sente saudade de tomar meu chá’. E foi! Eu queria uma letra com duplo sentido, saiu super rápido a história do ‘meu chá’. Ficamos envolvidos com a música na hora, e em menos de uma hora ela já estava escrita.”

Sobre a música, ela se diverte: “A música é sobre estar linda, maravilhosa, esfregando na cara do ex que tá todo arrependido. Eu falo que mudei, não sou mais a mulher que ele conhecia, e que ele se sente incomodado com isso mas ao mesmo tempo intrigado, interessado. Espero que as mulheres que escutem essa música se sintam empoderadas, superadas, deixando o ‘embuste’ pra lá. Deixa ele querendo mais, deixa”.

Meu Chá” é o terceiro funk pop que a cantora lança (os anteriores foram “Abusou” e “Soltinha). O ritmo é um dos favoritos de Pri: “O que eu gosto do funk é que eu sinto que ele transmite uma verdade, sabe? Ele aborda todos os tabus, tudo que às vezes as pessoas querem falar mas não tem coragem, isso até assusta as pessoas. Como mulher, eu sinto que isso pesa em dobro. Então no funk eu encontrei um espaço para expor sentimentos e vivências que seriam considerados tabus. Sair do superficial, não necessariamente contar histórias bonitas, mas sim histórias verdadeiras. Por exemplo, no caso de ‘Soltinha’, é um amor proibido, onde pode-se interpretar que eu sou a amante ou o cara é o amante, ou são amigos, mas é proibido. Temáticas como essa são abraçadas pelo funk, e a galera se relaciona. Eu sou um livro aberto, adoro expor minha vivência nas minhas músicas, então sim, pretendo lançar muito mais pop funk futuramente. É um estilo contagiante! Sem contar que é uma delícia rebolar né? (Risos)”, finaliza.

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