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Oriente traz a inédita “Azulejo”

por ZonaSuburbana

Donos de um público fiel, com mais de 1.3 milhão de ouvintes mensais, mais de 1.82 milhão de inscritos em seu canal do YouTube, com mais de 569 milhões de visualizações, o grupo de rap Oriente, com Nissin, Chino e Nobru, lança a inédita “Azulejo”. A faixa faz parte de um projeto em que o grupo lançará uma música por mês.

Com clipe simples, feito durante a quarentena, mas muito bem produzido e dirigido por André Moscoso, “Azulejo” conta a história de um caso de amor, a conquista e elogios à mulher. “Acho que conseguimos de um modo bem descontraído, caseiro, mas sem perder a qualidade, fazer um trabalho legal, como a gente costuma mostrar, mesmo com o agravante da situação atual”, compartilha Nobru.

Por conta de seus arranjos e sua letra, a faixa ganha uma proporção sentimental ainda maior. “É o nosso primeiro lançamento do ano e por conta deste momento que estamos vivendo, o Oriente decidiu divulgar uma música que fale de coisas boas, que transmita positividade. Ela tem o instrumental do Nobru, e ele também faz o refrão da música, o que ele nunca tinha feito no Oriente. Ficou uma música muito interessante”, conta Nissin.

Chino relembra outras composições e valoriza as músicas do Oriente, que não saem do gosto do público. “Essa música é muito importante pro Oriente porque é o começo de uma nova fase. De um novo álbum que está surgindo. Que vai mostrar essa nossa nova fase, maturidade e evolução musical. A gente entra no estúdio para fazer música para tocar as pessoas e não música para tocar no verão, tocar no réveillon e depois nunca mais ser ouvida. O Oriente é uma banda que você ouve a música com o passar dos anos. E essa, como todas as outras nossas músicas, é para ser uma música que vai marcar a vida das pessoas, assim como “O Vagabundo e a Dama”, “Linda, Louca e Mimada”, “Essa Eu Fiz Para Você”, que são músicas que não param de tocar com o tempo. Talvez não sejam músicas tão populares como de outros ritmos, mas são músicas que têm poesias, que têm alma, sentimento, que sobrevivem no espaço”.

Sobre a produção e arranjos, Nobru dá mais detalhes: “Ultimamente não tem rolado muito solo em música de rap, as músicas em geral têm usado pouco solo instrumental. Fiz um solo de violão, inspirado em Santana, algo bem latino, que foge bastante do habitual, o que o Oriente gosta muito de apresentar: novidades nas criatividades. Como sempre, acabamos usando pitadas de cada integrante, de coisas que cada um gosta de ouvir, para criar a nossa sonoridade única. Acabou saindo esse resultado que ficou agora, que eu fiquei particularmente bem feliz porque é a primeira música dentro do Oriente que eu acabei produzindo todos os instrumentos, editando e interpretando o refrão junto com eles. Então para mim desde já é uma experiência excitante”.

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