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sábado, março 2, 2024

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Marcello Gugu divulga “O Balé de Muhammad Ali”, canção em parceria com Thiago Jamelão

Confira “O Balé de Muhammad Ali” novo single Marcello Gugu em parceria com Thiago Jamelão. Com produção musical por Dj Duh, o single estará presente no próximo projeto do Mc paulistano.

Todo dia nós lutamos como dançamos.
Nos movemos conforme a música da vida toca e desafiamos ponteiros, estatísticas, regras e possibilidades.
Nossos pés tocam infinitos e mistérios, nossas mãos acariciam o improvável e em cada respirar, enviamos juras de morte ao fracasso.
Nossos exércitos são calos, marcas e cicatrizes. São gotas, ora de lágrimas, ora de suor mas sempre que as derrubamos fazemos cada uma valer o solo que toca.
No nosso sangue impérios inteiros ressoam. Perceba na nossa voz, o eco de universos que colapsaram e se refizeram em cima de entulhos de decepções e perdas. Trazemos dinastias dentro de nossos DNA e a vitória nada mais é que as coroas que merecemos ter em vida. A derrota dorme em nossa porta, jamais dentro de nossa casa.
Lições moram atrás de nossos olhos. Dores passadas lustram nosso sorriso. Sacrifício é um estado de espírito e estamos prestes a morrer por um agora se o segundo seguinte prometer ser melhor.

Lutamos como dançamos.
Caímos como a noite, levantamos como o Sol, e entre lutos que duram um existir, nos fazemos berçário pra esperanças novas que repousam em nosso colo sempre que o amanhã beija nossa testa.
Nos reconhecemos vencedores sem pódio, sem prêmio ou troféu.
Vivemos Além do tempo, desatinando poucas chances, inflando quases e abraçando escassos. Pra quem teve nada, o mundo é pouco.
Nosso cansaço não é maior que nossa vontade. Nossa revolução cresce a cada fôlego que tomamos. Nenhum tropeço nos impedirá de continuar caminhando afinal, nossa luta é linda. É o bale de muhammad ali, que intocável, venceu o mundo e só tremeu pra sentir, por um momento, Oq seus inimigos sentiram a vida inteira.
Enquanto existir motivo, continuaremos a lutar como dançamos, afinal, a morte só toca aquilo que pode encostar e por mais que não estejamos aqui amanhã, pra quem fica, a luta continua.
O balé de Muhhamad Ali”.

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