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sábado, março 2, 2024

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LabSonica do Oi Futuro e etnohaus lançam o EP “Tocar Vol.1”

A partir desta sexta-feira (8/12), o álbum “Tocar Vol.1” de LabSonica do Oi Futuro e etnohaus, com oito faixas inéditas gravadas por 20 artistas independentes através do projeto “Tocar – residências musicais”, está disponível nas principais plataformas de áudio. A disponibilização será feita pela Tratore, a maior distribuidora de música alternativa do Brasil, e que hoje conta com mais de 20 mil artistas em catálogo e mais de 40 mil lançamentos já realizados. 

O projeto “Tocar – residências musicais” é um laboratório de fusões culturais para artistas independentes, que nasceu para fomentar a pesquisa, a criação musical e o lançamento de novas produções. Os artistas participantes foram selecionados através de uma chamada pública, e os encontros criativos aconteceram ao longo de dois meses, no LabSonica, o laboratório de experimentação sonora e musical do Oi Futuro, no Flamengo, zona sul do Rio de Janeiro. 

Idealizado pela etnohaus e selecionado pelo Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados, através da Lei de Incentivo da Secretaria Estadual de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (SECEC – RJ), o “Tocar” contou com a curadoria da etnohaus, Arena Carioca Dicró, Oi Futuro e do produtor convidado Jorge LZ

As faixas gravadas foram: “Um passo à frente” e “Chega No Rio”, com Barbeize, Insandessa, Laura Conceição e Tyaro; “Bad do amor” e “A Cidade”, com Ajani, Jessica Ayo, SweetJazz e Fruição Funkeira; “Chronos la Opera” e “Sem Notas”, com Jonas Hocherman, Suyá Synergy, Mbé e Morgana; e “Filó na Feira” e “Vinte por Dez”, com Luisa Lacerda, Renato Frazão, Kalebe e Vitória Rodrigues

É um enorme prazer finalizar esse ciclo com o lançamento do EP. A primeira turma de residentes do ‘Tocar’ abraçou lindamente a proposta desafiadora que fizemos: compor, produzir e gravar sem nunca terem trabalhado juntos. Assim, além de um disco inédito e diverso, o que fica são as amizades e parcerias musicais estabelecidas, que talvez sejam os resultados mais importantes desta jornada. Esperamos que essa seja a primeira de muitas edições, pois residências como o ‘Tocar’ só fazem sentido tendo continuidade, ou seja, oferecendo ferramentas para mais e mais artistas participem, criando, assim, uma cultura de investimento no processo criativo”, comenta Lina Miguel, diretora geral da residência. 

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