quinta-feira, junho 4, 2026

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Bronka lança “Bronka Sucks Vol. 2” e aprofunda diálogo entre funk periférico e música eletrônica global

Natural de Montes Claros (MG) e radicado em Frankfurt, na Alemanha, o DJ e produtor Bronka lança hoje “Bronka Sucks Vol. 2”. O projeto marca um novo capítulo em sua pesquisa sonora, aprofundando a inserção do funk periférico brasileiro nas estruturas da música eletrônica internacional. Ouça nas plataformas.

Radicado na Alemanha, Bronka vem consolidando sua presença em alguns dos espaços mais relevantes da cena eletrônica internacional. O artista já se apresentou duas vezes no Fabric, em Londres, passou pelo festival Down The Rabbit Hole, na Holanda, e apresentou um set no Boiler Room. Em 2025, realizou a “Bronka Hates Tour”, com shows esgotados em Berlim, Londres e Colônia, além de uma nova data em Amsterdã. Na Ásia, realizou turnês por países como Filipinas, Tailândia, Singapura, China, Coreia do Sul, Indonésia, Vietnã e Malásia, com destaque para três apresentações esgotadas no Apotheka Manila, um dos principais clubs da capital filipina.

Em “Bronka Sucks Vol. 2”, o produtor aprofunda as trocas culturais iniciadas em suas turnês internacionais, incorporando colaborações com artistas de diferentes territórios e reafirmando sua proposta de transformar o funk em linguagem global de pista.

Cada faixa do EP foi construída em um país diferente, ao lado de produtores, refletindo diretamente as experiências vividas por Bronka em suas turnês internacionais. “Toma Karen” nasceu na Coreia do Sul, em colaboração com APRO; “Volt Mix Makati” foi produzida nas Filipinas com Marco Pedro; “Volt Mix Ácido” surgiu na Indonésia ao lado de Dave Nunes; “Bota a Mão” foi desenvolvida na Tailândia; e “Pente Riddim” também foi construída na Coreia do Sul, em parceria com Straydog Salazar. O resultado é um projeto que carrega geografias distintas em sua própria arquitetura sonora.

“O funk tem uma energia muito específica e, quando ele encontra o house ou o acid, acontece algo que não dá pra prever. É essa tensão que me interessa.” comenta o produtor e DJ.

O título do projeto mantém o tom irônico que marcou o primeiro volume. A identidade visual segue dialogando com o universo do futebol – camisas de time, tipografia esportiva e estética de arquibancada – reforçando a presença da cultura brasileira no contexto da eletrônica internacional.

“O nome ‘Bronka Sucks’ veio meio na brincadeira. Eu sou muito chato com detalhe e meus amigos falam isso o tempo todo. Eu só resolvi transformar em projeto”, completa o artista.

Entre Minas Gerais e Frankfurt, Bronka consolida sua atuação como um dos nomes da música eletrônica brasileira em circulação no circuito global, ampliando o alcance da estética periférica nacional em clubs e festivais internacionais.

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