Home Rap Nacional À convite de Papatinho, L7NNON e MC Paulin da Capital pedem paz pelas favelas na Papatracks #8, “Quem Me Protege Não Dorme”
Papatinho, L7NNON e MC Paulin da Capital pedem paz pelas favelas na Papatracks #8, “Quem Me Protege Não Dorme”

À convite de Papatinho, L7NNON e MC Paulin da Capital pedem paz pelas favelas na Papatracks #8, “Quem Me Protege Não Dorme”

por ZonaSuburbana

Cria do Barata, em Realengo, Zona Oeste do Rio de Janeiro, L7NNON conquistou o Brasil, mas nunca deixou de exaltar sua origem. A cerca de 500 quilômetros dali, na Favela do Sapé, Zona Oeste de São Paulo, MC Paulin da Capital também seguiu uma trajetória semelhante. À convite do Papatinho, os dois artistas representam o funk e o rap e pedem paz nas favelas do país em “Quem Me Protege Não Dorme”, a Papatracks #8, que chega em todas as plataformas digitais e clipe no canal da Papatunes no Youtube às 12h desta sexta-feira.

MC Paulin da Capital vem se firmando como o grande expoente da nova geração do funk paulista em que a fé e a emoção dão lugar às letras de ostentação e sexualidade. Em “Quem Me Protege Não Dorme” o artista alerta sobre os perigos do sucesso: “Tá vendo aí? / Infelizmente você vale o que tem / Muitos se corrompem pelas notas de cem / Vários de ‘abraça’, mas não quer te ver bem / Mas não sou assim / Sou pobre louco, passei sufoco / Juro, não foi pouco / E só lamento pra quem perdeu tempo”.

Em suas rimas carregadas de sentimento, L7NNON também conta um pouco da sua trajetória e da confiança que tem em Deus: “Disseram que era impossível, mas quem me protege não dorme / Tempo não pára / Passei pra dizer que tudo que planta tu colhe / Quem me promete não falha / Conquistei tudo que tenho sem ter que pegar no revólver / Botei a cara / Quem tava junto no pouco também vai tá junto no muito / Medo de nada”.

Papatinho comenta sobre o lançamento de “Quem Me Protege Não Dorme”: “Para a oitava edição da Papatracks troquei uma ideia com o L7NNON, que queria fazer um som voltado pras favelas e dar aquelas ideias conscientes. Procurei fazer um beat sentimental, mas que ao mesmo tempo remetesse ao funk e ao rap, em seguida convidei o Paulin da Capital, um MC que canta a realidade das quebradas do Brasil, e a sintonia dos dois fluiu naturalmente”.

Você pode gosta

Deixe um comentário

* Ao utilizar este formulário, você concorda com o armazenamento e manuseio de seus dados por este site.

Este site usa cookies para melhorar sua experiência. Vamos supor que você está de acordo com isso, mas você pode optar por sair, se assim desejar. Continuar Mais informações